Livro Cenas de Vida na Aldeia – UM OLHAR ATENCIOSO PARA O ENTARDECER DA VIDA

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Pensando em compartilhar conhecimento sobre as necessidades e potencialidades do processo de envelhecimento, a Associação São Joaquim publicou o livro CENAS DE VIDA NA ALDEIA – UM OLHAR ATENCIOSO PARA O ENTARDECER DA VIDA.

A questão do envelhecimento da população é urgente, no Brasil as pessoas com com 60 anos ou mais somavam em 2013 o equivalente a 13% da população (Pnad/IBGE, 2013) e segundo estimativas da OMS, os idosos serão 30% em 2050. O desafio, neste cenário, é construir um mundo melhor para envelhecer e valorizar o idoso em toda a sua potência de vida, trazendo forças na contramão de uma sociedade que supervaloriza o jovem, o consumo a curto prazo e as relações superficiais.

O livro CENAS DE VIDA NA ALDEIA visa a compartilhar a experiência do projeto Apoio ao Idoso Fragilizado e seus Familiares. “Durante oito dos dez anos de vida, a Associação São Joaquim (entidade sem fins lucrativos responsável pela inclusão e socialização de 900 beneficiários/as desde 2006), teve uma equipe especialmente envolvida e comprometida em acompanhar um grupo de idosos fragilizados. Conviver com sua vulnerabilidade, a dimensão singular, humilde, de entrega e gratidão de cada um destes seres humanos no inverno da vida, trouxe experiência, reflexões e aprendizados. É uma alegria poder partilhar um legado de histórias e descobertas”, diz Monica Rosales, co-fundadora da associação.

As narrativas históricas são orientadoras, mais do que eternizar a lembrança de uma experiência vivida, ela transmite visões de mundo, visão de homem e nos ajuda a compreender o presente e projetar o futuro.

Colocar o livro no mundo envolve a conscientização e a participação de uma corrente de pessoas mobilizadas pela causa das pessoas idosas.

Conheça como essa história mudou a vida de muitas pessoas e pode ser um modelo inspirador para as políticas públicas na área do envelhecimento, para iniciativas semelhantes, grupos sociais e também para todos nós que envelhecemos.

O livro tem uma tiragem de 500 exemplares em formato 17x23cm com 144 páginas em papel couchê fosco 115g. A Publicação é pela Riemma Editora.

“Se existe um propósito na velhice, este é a consciência! É só por sua coragem que ela pode se tornar independente do peso do corpo.  De dentro para fora, ela ilumina e liberta. Não será este o propósito maior da nossa existência?”  Mônica Rosales Co-fundadora da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade

Escreva para saojoaquim@saojoaquim.org.br, faça o pedido e conheça como o projeto mudou a vida de muitas pessoas!

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ORGANIZADORAS

Neuza Correia Cavalcante – psicóloga com especialização em gerontologia. Trabalhadora da Saúde Pública há vinte e seis anos, treze dos quais atuando na área de saúde da pessoa idosa. Compôs a equipe técnica que implantou uma das primeiras Unidades de Referência em Saúde da Pessoa Idosa no Município de São Paulo. Atualmente estar na função de Assessora Técnica na Área de Saúde da Pessoa Idosa na Supervisão Técnica de Saúde de Campo Limpo –  Cidade de São Paulo.

Maria Lucia D’Andréa de Andrade – Formação em Artes e Comunicações, em Administração Hospitalar e Biografy Counceller pela Escola Livre de Estudos Biográficos. Foi Diretora Presidente da Mantenedora do Colégio Waldorf Micael de São Paulo, período em que participou da Fundação da Federação das Escolas Waldorf em SP e efetivação do Curso de Extra Lesson no Brasil. Foi Diretora e é co-fundadora da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, instituição que tem como proposta a Salutogênese, onde participa da coordenação o Projeto Idoso Fragilizado. Há vinte anos vem se dedicando ao trabalho do envelhecimento com saúde, pautado nas Épocas do Ano, fundamentado pela Antroposofia e Contadora de Histórias.

Publicação pela Riemma Editora.

Trecho do livro:

Só vemos aquilo que conhecemos, que faz parte da nossa experiência. Nosso mundo é o reflexo da nossa consciência.O que significa ter um olhar atento para o entardecer da vida?

Rubem Alves tem um belo texto intitulado: ‘A complicada arte de ver’. Diz ele em um dos parágrafos: Realmente ver é muito complexo. Isso é estranho porque a física do olho é idêntica a física óptica de uma máquina fotográfica. O objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.

O que isso nos diz acerca de como vemos a velhice, especificamente? Tudo. Essa categoria velhice ainda é invisível, socialmente falando.

Estamos em uma janela de oportunidade para preparar um mundo mais acolhedor, respeitoso e humano para os velhos do futuro próximo, que seremos nós. Vivemos os últimos momentos da última geração que os filhos, bem ou mal, sentem a obrigação de cuidar dos pais e são socialmente cobrados para isso.

Os desafios para as políticas públicas estão colocados em todas as áreas, da saúde a seguridade social, habitação, acesso a bens e serviços, etc.  Mas, e para cada um de nós, quais são os desafios?  Já se perguntou: “o que é que eu tenho a ver com isso?

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